é que mesmo no final
quando o fim-de-semana acabou, a noitada, a bebedeira, o filme...
eu ainda levo você pra casa
a melhor sensação do mundo... é de não ter que me despedir de você, nunca.
o anel no meu dedo que tem o seu nome é só um anel
mas o seu nome nele é a maior segurança que carrego
eu sempre vou voltar pra casa, pra você
Vamos falar de clichês?rsrs
Alice
sexta-feira, 5 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
me livra dessa
Ok, vamos rever algumas coisas?
Eu queria, de verdade, te dar uma folha de papel dizendo que te abstenho da tarefa de ser meu pai.
Lá também vou dizer que não guardo e não guardarei ressentimentos quanto a isso. Estou lhe propondo, na tal folha, que isso seja feito em nome da paz (minha).
Assim não mais me frustrarei com sua incapacidade de ser meu pai, pois você não o será mais. Não se espera atitudes de pai daquele que não é seu pai. Estaria colocando fim a esse buraco que você nunca soube tampar. Fim também será dado às minhas carências. Pois pior do que não ter um pai é ter um quase pai, um pai que não é pai, um pai que não é, não está e nem nunca esteve.
E pronto. Aí, se eu alguma vez no futuro me preocupar com você, com seus desvaneios e sua irresponsabilidade, sua postura ridícula diante da vida... aí será mera compaixão. E só. Daquelas que não vingam, que passam depois de uma noite de sono.
Eu quero uma vida sem pai. Porque já vi o suficiente do pai que a vida me deu.
Eu não tenho esse direito?
Vamos por no papel?
Quero ser uma pessoa sem pai. Ninguém me convence de que não seria mais fácil.
Já me sinto até mais leve de pensar...
tentando achar a saída mais próxima,
Alice
Eu queria, de verdade, te dar uma folha de papel dizendo que te abstenho da tarefa de ser meu pai.
Lá também vou dizer que não guardo e não guardarei ressentimentos quanto a isso. Estou lhe propondo, na tal folha, que isso seja feito em nome da paz (minha).
Assim não mais me frustrarei com sua incapacidade de ser meu pai, pois você não o será mais. Não se espera atitudes de pai daquele que não é seu pai. Estaria colocando fim a esse buraco que você nunca soube tampar. Fim também será dado às minhas carências. Pois pior do que não ter um pai é ter um quase pai, um pai que não é pai, um pai que não é, não está e nem nunca esteve.
E pronto. Aí, se eu alguma vez no futuro me preocupar com você, com seus desvaneios e sua irresponsabilidade, sua postura ridícula diante da vida... aí será mera compaixão. E só. Daquelas que não vingam, que passam depois de uma noite de sono.
Eu quero uma vida sem pai. Porque já vi o suficiente do pai que a vida me deu.
Eu não tenho esse direito?
Vamos por no papel?
Quero ser uma pessoa sem pai. Ninguém me convence de que não seria mais fácil.
Já me sinto até mais leve de pensar...
tentando achar a saída mais próxima,
Alice
sábado, 9 de maio de 2009
Quando tá escuro,,,

Estou com medo, pânico, estou apavorada. Suando frio, com calafrios, ondas de calor e tonteiras. Não ensinaram pro médico imbecil que angústia é diagnóstico também.
Medo do que é e o que vai ser. Eu não consigo definir agora, pois só tenho medo.
O medo de Alice é um medo surreal, assim como o meu.
E eu não consigo nem quero trabalhar nesse meio tempo, só queria ficar muito muito quieta.
As coisas disformes, o caminho que não mostra seu fim nem duração.
Alice não sabe o que haverá atrás da próxima porta.
E o que vai lhe acontecer ou não. Pode ser bom, ruim, ou ambos ao mesmo tempo. Mas ela é só medo.
E ainda existem cachorros que ela quer soltar por aí, apesar de todo medo
"... mas ainda sei me virar..."
Medo do que é e o que vai ser. Eu não consigo definir agora, pois só tenho medo.
O medo de Alice é um medo surreal, assim como o meu.
E eu não consigo nem quero trabalhar nesse meio tempo, só queria ficar muito muito quieta.
As coisas disformes, o caminho que não mostra seu fim nem duração.
Alice não sabe o que haverá atrás da próxima porta.
E o que vai lhe acontecer ou não. Pode ser bom, ruim, ou ambos ao mesmo tempo. Mas ela é só medo.
E ainda existem cachorros que ela quer soltar por aí, apesar de todo medo
"... mas ainda sei me virar..."
domingo, 5 de abril de 2009
Relativo

E eu sonhava, sonhava, imaginava momentos flutuantes, coloridos
Agora que chegou, sinto medo, muito medo
Não sei exatamente de quê
É algo tão bom
E como foi tão esperado e tão desejado, agora olhando de perto me enche de pavor
Os últimos dias têm sido de intenso nervosismo
E uma ansiedade que até dói
Estou prestes a ter algo que muito quis
Mas a sensação agora é de longe boa
Olho para a mala pronta
E é estranho
A proximidade torna toda emoção relativa
tento controlar um vazio no peito .
Alice
Agora que chegou, sinto medo, muito medo
Não sei exatamente de quê
É algo tão bom
E como foi tão esperado e tão desejado, agora olhando de perto me enche de pavor
Os últimos dias têm sido de intenso nervosismo
E uma ansiedade que até dói
Estou prestes a ter algo que muito quis
Mas a sensação agora é de longe boa
Olho para a mala pronta
E é estranho
A proximidade torna toda emoção relativa
tento controlar um vazio no peito .
Alice
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